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PARCEIROS

Fundação
Aga Khan 

https://www.akdn.org/pt

A Fundação Aga Khan é um ramo fundamental da Rede de Desenvolvimento Aga Khan (AKDN), que opera em mais de 30 países e emprega mais de 80.000 funcionários, tornando-se a maior rede integrada de desenvolvimento do seu tipo. O compromisso da Fundação Aga Khan (AKF) para trabalhar em Moçambique tem origem num pedido de cooperação para o desenvolvimento pelo Governo de Moçambique.
A AKF iniciou operações em Moçambique em 2001, onde a demanda por intervenção em setores-chave como agricultura, saúde, educação é muito alta e onde fortes parcerias com organizações da sociedade civil foram estabelecidas e mantidas até hoje. O objetivo global da Fundação é reunir os recursos humanos, financeiros e técnicos necessários para romper o ciclo da pobreza por meio de soluções inovadoras, voltadas para a comunidade, e defendidas pela sociedade civil.

A AKF Moçambique (AKFM) apoia as comunidades mais pobres e marginalizadas para alcançar a autossuficiência e expandir as suas oportunidades, independentemente da sua raça, religião, etnia ou género. A nossa missão é promover um ambiente que reforce as relações de género e inclusão social e capacite os indivíduos marginalizados – particularmente mulheres, adolescentes e crianças – a participarem plenamente nos processos de desenvolvimento sustentável que contribuem para melhorar a qualidade de vida no norte de Moçambique. A AKFM reconhece que as organizações da sociedade civil (OSC) são um veículo essencial para garantir o desenvolvimento sustentável e um recurso significativo para identificar e atender às necessidades críticas das comunidades que servem. A AKFM apoia as OSC para superar os desafios com eficácia e sustentabilidade organizacional, e melhorar de maneira mais eficaz o desempenho de longo prazo.

FUNDAÇÃO
“la Caixa” 

https://obrasociallacaixa.org/en/home

Fundação “la Caixa” é a fundação líder em Espanha e uma das mais importantes fundações privadas do mundo. A sua missão é construir uma sociedade melhor e mais justa, oferecendo oportunidades às pessoas mais necessitadas.
Atualmente, as suas principais linhas estratégicas de ação giram em torno de programas sociais, de pesquisa, culturais e educacionais.
Internacionalmente, o objetivo desta fundação é combater as desigualdades vividas pelas comunidades mais vulneráveis da África, Ásia e América Latina, por meio de programas que contribuem para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas 2030. Para isso, apoia projetos globais de saúde, criação de empregos, ação humanitária e ajuda de emergência, trabalhando em parcerias e redes inclusivas.

Fundação Manhiça

http://www.manhica.org

A Fundação Manhiça (FM) é uma instituição sem fins lucrativos, criada pelos governos moçambicano e espanhol, o Instituto Nacional de Saúde de Moçambique (INS), a Fundación Clínica per la Recerca Biomédica e o Dr. Pascoal M. Mocumbi como Membro Fundador Honorário.
O Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (CISM) foi criado em 1996 para promover e conduzir pesquisas biomédicas em áreas de saúde prioritárias. Desde a sua criação, o Centro tem desenvolvido as suas actividades no âmbito de um programa de cooperação bilateral entre os Governos de Moçambique e Espanha. A Fundação Manhiça tem 300 funcionários.

ECoSida

Associação de Empresários contra SIDA, Tuberculose e Malária
A ECoSIDA, Associação Empresarial de Combate ao HIV e SIDA, é uma organização não governamental sem fins lucrativos, criada por 23 empresas e associações. O número de membros cresceu rapidamente, já existem cerca de 50 membros, incluindo grandes, médias e pequenas empresas.
A ECoSIDA tem a sua sede em Maputo, mas mantém parcerias activas com organizações que actuam como facilitadores e implementadores do seu mandato, no Sul (Nambas, Lda), Centro (ACIS), Norte (ACIANA e ECoSIDA-Cabo Delgado). A missão da ECoSIDA é mobilizar a comunidade empresarial em Moçambique, para desempenhar um papel importante no aumento da responsabilidade social no combate ao HIV e SIDA, Tuberculose e Malária, no local de trabalho. A EcoSida tem 11 funcionários em Maputo e 18 fora de Maputo.

Fundação MASC

http://www.masc.org.mz

A Fundação Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (MASC) iniciou como um projeto financiado pelo Departamento para o Desenvolvimento Internacional dos Britânicos (DFID), Cooperação Irlandesa (SIDA Irlandesa) e Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID)
Trabalha para melhorar a governação e prestação de contas aos cidadãos moçambicanos, reforçando e diversificando o envolvimento das Organizações da Sociedade Civil (OSC) na monitorização e advocacia moçambicana em matéria de governação. Em 2015, com o fim do projecto, constituiu-se em Fundação. O MASC apoia organizações da sociedade civil com o objetivo de desenvolver e aplicar conhecimentos em monitorização e advocacia sobre governança; fortalecer a capacidade organizacional e de governança interna. Ter acesso a informações, contatos e oportunidades para aprender com as experiências dos outros. A Fundação MASC tem 12 funcionários.

CESC

Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil

http://cescmoz.org

A CESC é uma organização sem fins lucrativos, dedicada à facilitação de aprendizagem e capacitação de organizações da sociedade civil, com foco no nível local, para melhorar o nível e a qualidade da sua participação nos processos de desenvolvimento.
Isso é feito por meio de pesquisa aplicada, formação e documentação, disseminação de informação e conhecimento relevantes para os programas de desenvolvimento. As principais áreas de enfoque são o desenvolvimento de espaços de trabalho da capacidade técnica e organizacional das organizações da sociedade civil; governança local, cidadania e participação política; pesquisa, monitorização e defesa dos programas orçamentais e governamentais mais responsáveis ​​pelos grupos vulneráveis ​​(mulheres e crianças, em particular); diagnóstico e estudos sobre a sociedade civil; registro, documentação e disseminação de estratégias de subsistência, práticas inovadoras e bem sucedidas que melhorem as ferramentas para trabalhar com a comunidade, particularmente em áreas urbanas. O CESC tem 11 membros em Maputo e mais 20 nos distritos.

Rede da Criança

http://www.rdc.org.mz

A Rede da Criança é um fórum de ONGs e outras associações que trabalham em prol das Crianças em situação difícil em Moçambique.
Foi fundada em Julho de 1996 durante um seminário sobre o fenômeno da criança de rua promovido pelo Ministério de Ação Social e o Du Monde Médecine, sob o nome “Cash Draught Card”, cuja missão era coordenar a cooperação entre as várias organizações que trabalham na área da Criança. A Rede da Criança tem como objetivo melhorar o impacto das atividades das organizações que trabalham em prol das Crianças em situações difíceis, através de: coordenação de esforços para alcançar programas ou projetos socioeducativos; mobilização de recursos para apoiar atividades socioeducativas de crianças; consciencialização pública e defesa dos direitos e necessidades da criança em situações complicadas. Têm 13 funcionários em Maputo. A Rede Criança trabalha com 158 organizações e 11 pontos focais em Moçambique. A cobertura dos beneficiários da Rede da Criança é de cerca de 30.000 crianças.

FDC

Fundação Para o Desenvolvimento da Comunidade
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade ou FDC, foi criada em 1990 e registada como uma associação. A FDC estava preocupada que os agentes de desenvolvimento comunitário moçambicanos, organizações não-governamentais (ONGs) e organizações baseadas na comunidade (CBOs) dependessem quase totalmente de recursos externos.
Isto significou que os moçambicanos não assumiram a responsabilidade primária de estabelecer prioridades e tomar decisões sobre a melhoria do padrão de vida das comunidades pobres. Havia a necessidade de estabelecer uma instituição da sociedade civil moçambicana que apoiasse as iniciativas locais, investindo nas comunidades e construindo a capacidade das comunidades e organizações comunitárias de base. Como resultado do trabalho preparatório da FDC, 1994 viu o nascimento da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade. A FDC é uma organização privada, sem fins lucrativos, que trabalha para combinar os esforços de todos os setores da sociedade para promover o desenvolvimento, a democracia e a justiça social.

CAICC

Centro de Apoio à Informação e Comunicação Comunitária (Centro Inormático da Universidade Eduardo Mondlane)

http://www.caicc.org.mz

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) é uma instituição pública de âmbito nacional, a mais antiga instituição de ensino superior em Moçambique. Foi fundada em 21 de Agosto de 1962.
O CAICC (Centro de Apoio à Infra-estrutura e Comunicação Comunitária) é um corpo acadêmico especializado no campo das tecnologias da informação, dedicado ao ensino, pesquisa e serviços básicos e aplicados na busca e implementação de soluções e metodologias para alargar a utilização das tecnologias da informação e comunicação (TIC) e trazer os benefícios da sua utilização para os processos de produção, prestação de serviços, melhoria do ensino e da aprendizagem, bem como investigação, para responder às necessidades específicas da Universidade Eduardo Mondlane e do país em geral. Os membros STAFF da universidade são 3 e 9 nos centros. Funcionam com 158 rádios comunitárias.
O Fórum das Mulheres é uma rede de organizações e associações de mulheres, instituições e doadores, com aproximadamente 84 organizações afiliadas, criadas em 1994 para coordenar atividades de mulheres e outras organizações com um interesse comum em promover igualdade, justiça e aumentar o poder real de mulheres em Moçambique.
É uma organização nacional com representação em todas as províncias. O Fórum Mulher trabalha pelos direitos das mulheres moçambicanas. O Fórum Mulher lida com questões de género e de desenvolvimento, advocacia e política, assim como trabalho de educação e informação. O Fórum Mulher é a organização mais importante dentro da sociedade civil em Moçambique em conexão com as mulheres e questões de género. Através de um intenso trabalho de advocacia e lobby, o Fórum Mulher alcançou grande influência na nova lei de família do país, assegurando a posição legal e o reconhecimento das mulheres.
A ActionAid é uma organização criada em 1972, na Inglaterra, de carácter humanitário actuando nas áreas de Educação e Saúde. Na década 90/2000, junto com as ActionAids de outros países (Itália, Grécia, Irlanda e Brasil) criaram a Federação denominada Associação ActionAid Internacional. A ActionAid Moçambique (AAMOZ) faz parte desta federação, que tem a sua sede na África do Sul e opera em mais de 40 países na África, Europa, América e Ásia.
Em Moçambique a ActionAid opera, desde 1988, respondendo ao pedido lançado pelo Governo de Moçambique à comunidade internacional no âmbito da situação de emergência criada pela guerra civil que durou 16 anos. De 1988 a 2011 ela passou por três grandes fases.

Com a sua actual estratégia a AAMOZ pretende continuar a lutar pelos direitos humanos com vista a contribuir para um Moçambique sem pobreza e injustiça no qual cada pessoa usufrua do seu direito a uma vida digna.

A visão da ActionAid é “Um mundo sem pobreza e injustiça onde cada pessoa usufrui do seu direito a uma vida digna” e a sua missão é de “Trabalhar com as pessoas pobres e excluídas para eliminar a pobreza e a injustiça”.

Actualmente a ActionAid implementa as suas actividades de fortalecimento e apoio à grupos socialmente descriminados organizados (em associações ou não) nas seguintes províncias do país: Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Nampula e Cabo Delgado.

O Fórum da Sociedade Civil para os Direitos da Criança (ROSC), foi criado em 2010 como uma plataforma que congrega Organizações da Sociedade Civil (OSC) nacionais e Organizações Não Governamentais Internacionais que trabalham na área da criança em Moçambique.
O ROSC teve a sua génese no Programa Conjunto dos Direitos da Criança e Sociedade Civil, implementado entre 2007 e 2009 por doze OSC em três áreas programáticas para o fortalecimento dos direitos da criança, nomeadamente: desenvolvimento de capacidades, advocacia de políticas sociais e mobilização comunitária. Os resultados positivos obtidos desta implementação conjunta levaram ao surgimento do ROSC em 2010, como um Fórum que se propunha fortalecer o espírito de coordenação entre as OSC intervenientes na área da criança, fortalecer a capacidade destas organizações para melhor intervirem nos direitos da criança, fortalecer a capacidade de monitorar e influenciar politicas responsáveis pelo bem estar da criança, e promover a produção, documentação e partilha de informação relevante para contribuir para a realização dos direitos da criança em Moçambique.

Actualmente o objectivo do ROSC é o de “contribuir para o desenvolvimento integral e harmonioso da criança em Moçambique, através da coordenação entre as Organizações da Sociedade Civil para uma melhor e eficiente implementação de políticas sociais e de legislação nacional e internacional sobre os Direitos da Criança”. A Visão é “um Fórum que acredita numa sociedade onde os vários actores sociais cooperam, partilham informações, experiências, recursos e criam sinergias para garantir que a criança moçambicana goze plenamente dos seus direitos legalmente consagrados”. A sua missão é a de “contribuir na coordenação e fortalecimento de um movimento nacional de Organizações da Sociedade Civil intervenientes na área dos direitos da criança, mobilizando recursos, facilitando parcerias entre actores engajados em melhorar o desenvolvimento integral e harmonioso da criança na Agenda Nacional”.

REDE CAME

A Rede Contra o Abuso de Menores (REDE CAME) emerge do movimento Juntos por uma Criança Feliz que congrega mais de 30 organizações da sociedade civil, confissões religiosas, que em parceria com instituições do Governo e do Estado lançaram em 16 de Junho de 2000, no posto fronteiriço de Ressano Garcia, a Campanha Contra o Abuso Sexual de Menores em comprimento das decisões do 1° Congresso Mundial Contra Exploração Comercial Sexual da Criança, realizado em 1996 em Estocolmo na Suécia e da pesquisa realizada sobre essa matéria em Moçambique.
O lançamento e desenvolvimento da Campanha foi graças apoio de Terre de Hommes Alemanha (Tdh) e da Stichiting Kinderpostzegels Nederland (SKN). Na sequência deste evento, o movimento Juntos por uma Criança Feliz desenvolveu com sucesso uma Campanha de 2000 até 2004 com um plano nacional de acção que tinha como principal objectivo, mobilizar a sociedade para “quebrar o gelo” contra todas as formas de abuso incluindo o tráfico de menores.

Com base nos resultados encorajadores que foram atingidos, foi traçado um programa com objectivo de promover a prevenção e combate ao abuso de menores a longo prazo, num esforço que levou à fundação em 2005 da Rede CAME (Rede Contra Abuso de Menores). A Rede CAME foi reconhecida como pessoa jurídica através do despacho do Ministro da Justiça de 14 de Janeiro de 2005, tendo os seus Estatutos sido publicados no Boletim da República (BR) de 23 de Março de 2005, III SÉRIE – Número 12.

Na prossecução dos seus objectivos, entre 2005 e 2009 a Rede CAME incentivou, capacitou e consolidou o estabelecimento das Redes da Protecção da Criança em todas as províncias do país, num processo que culminou com a realização da Primeira Reunião Nacional das Redes Províncias de Protecção em Dezembro de 2009, que formalizou a adesão das 10 províncias e definiu mecanismos de relacionamento e implementação de actividades a curto, médio e longo prazo.
A REDE CAME tem como visão “uma sociedade na qual a criança participa no seu desenvolvimento livre de qualquer forma de abuso e onde prevalece uma cultura de respeito pelos seus direitos”. Sua missão é de “… mobilizar forças e criar sinergias na sociedade Moçambicana para combater todas as formas de abuso de menores, através de acções de advocacia, educação e sensibilização respeitando os direitos da criança e rejeitando qualquer forma de discriminação, particularmente em relação ao género e idade”.

Associação PROGRESSO

http://www.progresso.co.mz

A Associação Progresso, uma Organização não-governamental (ONG) moçambicana, virado essencialmente ao apoio às comunidades rurais, defende ser necessário estimular os professores, sobretudo do ensino primário, a terem gosto pela leitura para que estes possam incentivar os seus alunos nesse sentido.
A Progresso entende que “um Moçambique educado é um Moçambique que lê”, e é no ensino primário onde se deve promover este ambiente de leitura e por isso tem estado a trabalhar, desde há cerca de 20 anos, na promoção de ambiente de leitura, através da formação de professores, de publicação de materiais de ensino de leitura e na promoção do ensino bilingue, tanto com crianças quanto com adultos. Por essa razão, desde 2003, a Progresso criou uma editora para responder a necessidade de editar os livros em línguas locais, por causa do ensino bilingue.

Para além da área de educação, a Progresso também intervêm na área de educação para a saúde, com vista a promoção de comportamentos saudáveis para a prevenção de doenças endémicas tais como a malária e doenças diarreicas.

AMODEFA

Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA), criada em 1989, é uma associação que visa “contribuir para a estabilidade da família através de acções de informação, educação e comunicação, e outras de carácter económicas, tendentes a encorajar uma relação cada vez mais coesa entre os vários membros da família e destes para com a sociedade”.
Procura também cobrir as áreas da população onde os serviços de saúde tem dificuldades de cobertura eficaz, principalmente com vista a contribuir de forma significativa para satisfazer as necessidades de Serviços de Saúde Sexual e Reprodutiva dos adolescentes e jovens vulneráveis no país.
A sua visão é “Por uma Sociedade moçambicana onde todas as pessoas tenham acesso a serviços de saúde e gozem dos seus direitos sexuais e reprodutivos e vivam livres do HIV/SIDA e de qualquer discriminação. A Missão é a de “Promover e defender os direitos sexuais e reprodutivos das pessoas, através de informação, educação e prestação de serviços de qualidade”.
A AMODEFA tem estado capacitar educadores de pares, associações de base comunitária e outros grupos de jovens que ajudam nas campanhas de promoção de saúde.
O Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM), é uma organização constituída em rede que surge em 2004 com o objectivo de melhorar a coordenação e o trabalho realizado pelas rádios comunitárias, as quais são membros.
Neste momento totalizam 46 membros porém trabalham com cerca de 50 rádios comunitárias, estabelecidas em todas as províncias do país, e abrangido as populações das zonas com menos acesso à meios de comunicação e informação.
O FORCOM tem como visão “Rádios comunitárias unidas, fortalecidas e sustentáveis que expandem o direito à informação através de um processo baseado na participação da comunidade com vista ao seu desenvolvimento”. A sua missão é a de “representar e defender os interesses das rádios comunitárias na base de uma coordenação efectiva de necessidades e intervenções de todos os membros filiados no fórum, sem discriminação geográfica, ética, religiosa, política, cultural e de género.
Os temas de fortalecimento às rádios vão desde matérias que possam assegurar uma boa governação e gestão transparente que promove boas práticas até à questões técnicas de funcionamento da rádio e conteúdos a serem difundidos.

N´weti

Comunicação para Saúde

www.nweti.org

N’weti é um organização Moçambicana sem fins lucrativos, de comunicação para a mudança social e de comportamento. Tem como principal objectivo contribuir para a melhoria da saúde dos cidadãos e comunidades Moçambicanas.

A N’weti é pioneira em comunicação para saúde e utiliza consistentemente abordagens baseadas em pesquisa e consulta para desenhar e implementar programas e actividades. A N’weti fornece comunicação para saúde de classe mundial através de meios de comunicação integrados, mobilização social e intervenções de advocacia utilizando abordagens baseadas em direitos e prestando particular atenção à igualdade de género e direitos humanos. A N’weti trabalha com e através de um grande número de organizações, apoiando as suas intervenções ao mesmo tempo que reforça o seu alcance às comunidades mais remotas. Colabora igualmente com outras organizações da sociedade civil em actividades de advocacia. Estas redes de contactos contribuíram para o processo de aprendizagem e resultados melhorados atingidos até ao momento pela N’weti.

A missão da Nweti é de Contribuir para melhorar o estado da saúde dos Moçambicanos através de intervenções de comunicação que promovam a mudança social e de comportamento a nível individual e comunitário, que leva a estilos de vida e comportamentos mais saudáveis. A visão da N’weti é a de comunidades com mais poder e capacidade em Moçambique, onde indivíduos e grupos fazem escolhas informadas, saudáveis, e positivas do modo de vida.

O objectivo do Plano Estratégico da N’weti para o período 2011-2015 é o de melhorar as estratégias e operações da intervenção da N’weti na promoção de uma melhor saúde e bem-estar dos Moçambicanos de forma a aumentar a sua relevância, eficiência, sustentabilidade e impacto.

O Plano prevê que a N’weti fortaleça os seus programas actuais, realçando as sinergias entre eles e iniciando outras intervenções. A N’weti vai continuar a priorizar o HIV e SIDA ao mesmo tempo que adiciona novos aspectos tais como a co-infecção de tuberculose e sero-discordância de HIV.

Irá, igualmente, fortalecer o programa de violência baseada no género reforçando a comunicação, implementação e monitoria da recentemente aprovada legislação sobre violência doméstica. Está ainda previsto fortalecer a intervenção da N’weti na área de saúde materno-infantil.

Zizile

Instituto Para o Desenvolvimento da Primeira Infância
Zizile – Instituto para o Desenvolvimento da Criança é uma organização não-governamental, sem fina lucrativos, fundada em 2010 com a missão de agir no fortalecimento da capacidade dos actores sociais e estimular o seu envolvimento na procura de respostas endógenas, socioculturalmente ajustadas para um desenvolvimento integral e harmonioso que proporcione qualidade de vida à criança moçambicana, de modo que ela seja um Homem são, um Cidadão capaz de Saber Ser, Saber Estar, Saber Conhecer e Saber Fazer.
Na sua visão vê a Criança Moçambicana, como um actor social, com identidade pessoal e social harmoniosamente desenvolvida, feliz, edificando-se como cidadão autónomo e livre, responsável e solidário.

Zizile tem as suas intervenções nas seguintes áreas advocacia social, pesquisa acção, desenvolvimento pedagógico, fortalecimento institucional de escolinhas comunitárias, intervenção familiar e nutrição. Para todas estas áreas, Zizile capacita grupos de educadores das escolinhas, associações que são responsáveis pelas escolinhas em áreas afins para que possam intervir melhor na área de desenvolvimento da criança na primeira infância.

UNIDOS

RNCD (Rede Nacional Contra Droga)

https://redeunidos.wordpress.com

A Associação Rede Nacional Contra Droga/SIDA, designada por UNIDOS, é uma pessoa colectiva de direito privado, sem fins lucrativos, de carácter humanitário dotada de personalidade jurídica e autonomia administrativa, financeira e patrimonial e regendo-se pelos presentes Estatutos e demais legislações aplicável no país.
A UNIDOS (Rede Nacional Contra Droga/SIDA) trabalha na redução da procura de Droga, Educação e Redução da pobreza e combate o HIV/SIDA.

O objectivo principal da UNIDOS – Rede Nacional Contra Droga/SIDA é de albergar e fortalecer as capacidades das OCB’s, ONG’s nacionais, Associações juvenis, Associação de mulheres e outras forças da sociedade civil que se prontificam a trabalhar na redução de procura de Droga, combate ao HIV/SIDA, Educação, Justiça social, Reintegração sócio profissional de Jovens na sociedade e Redução da pobreza nas comunidades mais vulneráveis.

A Rede Nacional Contra Droga/SIDA advoga numa perspectiva da igualdade de direitos humanos entre homens e mulheres, rapazes e raparigas, por uma sociedade sã, consciente, livre do consumo abusivo de drogas psicotrópicas e dos comportamentos de risco conducentes à vulnerabilidade pela infecção do HIV/SIDA.

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA

www.up.ac.mz

A universidade Pedagógica é uma instituição académica governamental que forma principalmente professores para diferentes ramos de educação, e para diferentes níveis de formação de professores, e forma também para outras áreas de exercício profissional. Esta universidade é a segunda maior universidade pública no país.
Nas suas actividades, a Universidade Pedagógica é pioneira no recurso do ensino a distância para a formação de professores, nos diferentes níveis de formação, usando até agora o uso de materiais impressos para a administração dos módulos.

Actualmente, está em criação uma unidade de produção de vídeos que é entendida como oportunidade para este projecto, pois a unidade ainda está em criação, o interesse e a demanda são altíssimos em relação à mais valia que podem obter a partir deste projecto.

PARCEIROS

A Fundação Aga Khan é um ramo fundamental da Rede de Desenvolvimento Aga Khan (AKDN), que opera em mais de 30 países e emprega mais de 80.000 funcionários, tornando-se a maior rede integrada de desenvolvimento do seu tipo. O compromisso da Fundação Aga Khan (AKF) para trabalhar em Moçambique tem origem num pedido de cooperação para o desenvolvimento pelo Governo de Moçambique.
A AKF iniciou operações em Moçambique em 2001, onde a demanda por intervenção em setores-chave como agricultura, saúde, educação é muito alta e onde fortes parcerias com organizações da sociedade civil foram estabelecidas e mantidas até hoje. O objetivo global da Fundação é reunir os recursos humanos, financeiros e técnicos necessários para romper o ciclo da pobreza por meio de soluções inovadoras, voltadas para a comunidade, e defendidas pela sociedade civil.

A AKF Moçambique (AKFM) apoia as comunidades mais pobres e marginalizadas para alcançar a autossuficiência e expandir as suas oportunidades, independentemente da sua raça, religião, etnia ou género. A nossa missão é promover um ambiente que reforce as relações de género e inclusão social e capacite os indivíduos marginalizados – particularmente mulheres, adolescentes e crianças – a participarem plenamente nos processos de desenvolvimento sustentável que contribuem para melhorar a qualidade de vida no norte de Moçambique. A AKFM reconhece que as organizações da sociedade civil (OSC) são um veículo essencial para garantir o desenvolvimento sustentável e um recurso significativo para identificar e atender às necessidades críticas das comunidades que servem. A AKFM apoia as OSC para superar os desafios com eficácia e sustentabilidade organizacional, e melhorar de maneira mais eficaz o desempenho de longo prazo.

FUNDAÇÃO “la Caixa” 

https://obrasociallacaixa.org/en/home

Fundação “la Caixa” é a fundação líder em Espanha e uma das mais importantes fundações privadas do mundo. A sua missão é construir uma sociedade melhor e mais justa, oferecendo oportunidades às pessoas mais necessitadas.
Atualmente, as suas principais linhas estratégicas de ação giram em torno de programas sociais, de pesquisa, culturais e educacionais.
Internacionalmente, o objetivo desta fundação é combater as desigualdades vividas pelas comunidades mais vulneráveis da África, Ásia e América Latina, por meio de programas que contribuem para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas 2030. Para isso, apoia projetos globais de saúde, criação de empregos, ação humanitária e ajuda de emergência, trabalhando em parcerias e redes inclusivas.

Fundação Manhiça

http://www.manhica.org

A Fundação Manhiça (FM) é uma instituição sem fins lucrativos, criada pelos governos moçambicano e espanhol, o Instituto Nacional de Saúde de Moçambique (INS), a Fundación Clínica per la Recerca Biomédica e o Dr. Pascoal M. Mocumbi como Membro Fundador Honorário.
O Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (CISM) foi criado em 1996 para promover e conduzir pesquisas biomédicas em áreas de saúde prioritárias. Desde a sua criação, o Centro tem desenvolvido as suas actividades no âmbito de um programa de cooperação bilateral entre os Governos de Moçambique e Espanha. A Fundação Manhiça tem 300 funcionários.

ECoSida

Associação de Empresários contra SIDA, Tuberculose e Malária
A ECoSIDA, Associação Empresarial de Combate ao HIV e SIDA, é uma organização não governamental sem fins lucrativos, criada por 23 empresas e associações. O número de membros cresceu rapidamente, já existem cerca de 50 membros, incluindo grandes, médias e pequenas empresas.
A ECoSIDA tem a sua sede em Maputo, mas mantém parcerias activas com organizações que actuam como facilitadores e implementadores do seu mandato, no Sul (Nambas, Lda), Centro (ACIS), Norte (ACIANA e ECoSIDA-Cabo Delgado). A missão da ECoSIDA é mobilizar a comunidade empresarial em Moçambique, para desempenhar um papel importante no aumento da responsabilidade social no combate ao HIV e SIDA, Tuberculose e Malária, no local de trabalho. A EcoSida tem 11 funcionários em Maputo e 18 fora de Maputo.

Fundação MASC

http://www.masc.org.mz

A Fundação Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (MASC) iniciou como um projeto financiado pelo Departamento para o Desenvolvimento Internacional dos Britânicos (DFID), Cooperação Irlandesa (SIDA Irlandesa) e Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID)
Trabalha para melhorar a governação e prestação de contas aos cidadãos moçambicanos, reforçando e diversificando o envolvimento das Organizações da Sociedade Civil (OSC) na monitorização e advocacia moçambicana em matéria de governação. Em 2015, com o fim do projecto, constituiu-se em Fundação. O MASC apoia organizações da sociedade civil com o objetivo de desenvolver e aplicar conhecimentos em monitorização e advocacia sobre governança; fortalecer a capacidade organizacional e de governança interna. Ter acesso a informações, contatos e oportunidades para aprender com as experiências dos outros. A Fundação MASC tem 12 funcionários.

CESC

Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil

http://cescmoz.org

A CESC é uma organização sem fins lucrativos, dedicada à facilitação de aprendizagem e capacitação de organizações da sociedade civil, com foco no nível local, para melhorar o nível e a qualidade da sua participação nos processos de desenvolvimento.
Isso é feito por meio de pesquisa aplicada, formação e documentação, disseminação de informação e conhecimento relevantes para os programas de desenvolvimento. As principais áreas de enfoque são o desenvolvimento de espaços de trabalho da capacidade técnica e organizacional das organizações da sociedade civil; governança local, cidadania e participação política; pesquisa, monitorização e defesa dos programas orçamentais e governamentais mais responsáveis ​​pelos grupos vulneráveis ​​(mulheres e crianças, em particular); diagnóstico e estudos sobre a sociedade civil; registro, documentação e disseminação de estratégias de subsistência, práticas inovadoras e bem sucedidas que melhorem as ferramentas para trabalhar com a comunidade, particularmente em áreas urbanas. O CESC tem 11 membros em Maputo e mais 20 nos distritos.

Rede da Criança

http://www.rdc.org.mz

A Rede da Criança é um fórum de ONGs e outras associações que trabalham em prol das Crianças em situação difícil em Moçambique.
Foi fundada em Julho de 1996 durante um seminário sobre o fenômeno da criança de rua promovido pelo Ministério de Ação Social e o Du Monde Médecine, sob o nome “Cash Draught Card”, cuja missão era coordenar a cooperação entre as várias organizações que trabalham na área da Criança. A Rede da Criança tem como objetivo melhorar o impacto das atividades das organizações que trabalham em prol das Crianças em situações difíceis, através de: coordenação de esforços para alcançar programas ou projetos socioeducativos; mobilização de recursos para apoiar atividades socioeducativas de crianças; consciencialização pública e defesa dos direitos e necessidades da criança em situações complicadas. Têm 13 funcionários em Maputo. A Rede Criança trabalha com 158 organizações e 11 pontos focais em Moçambique. A cobertura dos beneficiários da Rede da Criança é de cerca de 30.000 crianças.

FDC

Fundação Para o Desenvolvimento da Comunidade
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade ou FDC, foi criada em 1990 e registada como uma associação. A FDC estava preocupada que os agentes de desenvolvimento comunitário moçambicanos, organizações não-governamentais (ONGs) e organizações baseadas na comunidade (CBOs) dependessem quase totalmente de recursos externos.
Isto significou que os moçambicanos não assumiram a responsabilidade primária de estabelecer prioridades e tomar decisões sobre a melhoria do padrão de vida das comunidades pobres. Havia a necessidade de estabelecer uma instituição da sociedade civil moçambicana que apoiasse as iniciativas locais, investindo nas comunidades e construindo a capacidade das comunidades e organizações comunitárias de base. Como resultado do trabalho preparatório da FDC, 1994 viu o nascimento da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade. A FDC é uma organização privada, sem fins lucrativos, que trabalha para combinar os esforços de todos os setores da sociedade para promover o desenvolvimento, a democracia e a justiça social.

CAICC

Centro de Apoio à Informação e Comunicação Comunitária (Centro Inormático da Universidade Eduardo Mondlane)

http://www.caicc.org.mz

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) é uma instituição pública de âmbito nacional, a mais antiga instituição de ensino superior em Moçambique. Foi fundada em 21 de Agosto de 1962.
O CAICC (Centro de Apoio à Infra-estrutura e Comunicação Comunitária) é um corpo acadêmico especializado no campo das tecnologias da informação, dedicado ao ensino, pesquisa e serviços básicos e aplicados na busca e implementação de soluções e metodologias para alargar a utilização das tecnologias da informação e comunicação (TIC) e trazer os benefícios da sua utilização para os processos de produção, prestação de serviços, melhoria do ensino e da aprendizagem, bem como investigação, para responder às necessidades específicas da Universidade Eduardo Mondlane e do país em geral. Os membros STAFF da universidade são 3 e 9 nos centros. Funcionam com 158 rádios comunitárias.
O Fórum das Mulheres é uma rede de organizações e associações de mulheres, instituições e doadores, com aproximadamente 84 organizações afiliadas, criadas em 1994 para coordenar atividades de mulheres e outras organizações com um interesse comum em promover igualdade, justiça e aumentar o poder real de mulheres em Moçambique.
É uma organização nacional com representação em todas as províncias. O Fórum Mulher trabalha pelos direitos das mulheres moçambicanas. O Fórum Mulher lida com questões de género e de desenvolvimento, advocacia e política, assim como trabalho de educação e informação. O Fórum Mulher é a organização mais importante dentro da sociedade civil em Moçambique em conexão com as mulheres e questões de género. Através de um intenso trabalho de advocacia e lobby, o Fórum Mulher alcançou grande influência na nova lei de família do país, assegurando a posição legal e o reconhecimento das mulheres.
A ActionAid é uma organização criada em 1972, na Inglaterra, de carácter humanitário actuando nas áreas de Educação e Saúde. Na década 90/2000, junto com as ActionAids de outros países (Itália, Grécia, Irlanda e Brasil) criaram a Federação denominada Associação ActionAid Internacional. A ActionAid Moçambique (AAMOZ) faz parte desta federação, que tem a sua sede na África do Sul e opera em mais de 40 países na África, Europa, América e Ásia.
Em Moçambique a ActionAid opera, desde 1988, respondendo ao pedido lançado pelo Governo de Moçambique à comunidade internacional no âmbito da situação de emergência criada pela guerra civil que durou 16 anos. De 1988 a 2011 ela passou por três grandes fases.
Com a sua actual estratégia a AAMOZ pretende continuar a lutar pelos direitos humanos com vista a contribuir para um Moçambique sem pobreza e injustiça no qual cada pessoa usufrua do seu direito a uma vida digna.

A visão da ActionAid é “Um mundo sem pobreza e injustiça onde cada pessoa usufrui do seu direito a uma vida digna” e a sua missão é de “Trabalhar com as pessoas pobres e excluídas para eliminar a pobreza e a injustiça”.

Actualmente a ActionAid implementa as suas actividades de fortalecimento e apoio à grupos socialmente descriminados organizados (em associações ou não) nas seguintes províncias do país: Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Nampula e Cabo Delgado.

O Fórum da Sociedade Civil para os Direitos da Criança (ROSC), foi criado em 2010 como uma plataforma que congrega Organizações da Sociedade Civil (OSC) nacionais e Organizações Não Governamentais Internacionais que trabalham na área da criança em Moçambique.

O ROSC teve a sua génese no Programa Conjunto dos Direitos da Criança e Sociedade Civil, implementado entre 2007 e 2009 por doze OSC em três áreas programáticas para o fortalecimento dos direitos da criança, nomeadamente: desenvolvimento de capacidades, advocacia de políticas sociais e mobilização comunitária. Os resultados positivos obtidos desta implementação conjunta levaram ao surgimento do ROSC em 2010, como um Fórum que se propunha fortalecer o espírito de coordenação entre as OSC intervenientes na área da criança, fortalecer a capacidade destas organizações para melhor intervirem nos direitos da criança, fortalecer a capacidade de monitorar e influenciar politicas responsáveis pelo bem estar da criança, e promover a produção, documentação e partilha de informação relevante para contribuir para a realização dos direitos da criança em Moçambique.

Actualmente o objectivo do ROSC é o de “contribuir para o desenvolvimento integral e harmonioso da criança em Moçambique, através da coordenação entre as Organizações da Sociedade Civil para uma melhor e eficiente implementação de políticas sociais e de legislação nacional e internacional sobre os Direitos da Criança”. A Visão é “um Fórum que acredita numa sociedade onde os vários actores sociais cooperam, partilham informações, experiências, recursos e criam sinergias para garantir que a criança moçambicana goze plenamente dos seus direitos legalmente consagrados”. A sua missão é a de “contribuir na coordenação e fortalecimento de um movimento nacional de Organizações da Sociedade Civil intervenientes na área dos direitos da criança, mobilizando recursos, facilitando parcerias entre actores engajados em melhorar o desenvolvimento integral e harmonioso da criança na Agenda Nacional”.

REDE CAME

A Rede Contra o Abuso de Menores (REDE CAME) emerge do movimento Juntos por uma Criança Feliz que congrega mais de 30 organizações da sociedade civil, confissões religiosas, que em parceria com instituições do Governo e do Estado lançaram em 16 de Junho de 2000, no posto fronteiriço de Ressano Garcia, a Campanha Contra o Abuso Sexual de Menores em comprimento das decisões do 1° Congresso Mundial Contra Exploração Comercial Sexual da Criança, realizado em 1996 em Estocolmo na Suécia e da pesquisa realizada sobre essa matéria em Moçambique.
O lançamento e desenvolvimento da Campanha foi graças apoio de Terre de Hommes Alemanha (Tdh) e da Stichiting Kinderpostzegels Nederland (SKN). Na sequência deste evento, o movimento Juntos por uma Criança Feliz desenvolveu com sucesso uma Campanha de 2000 até 2004 com um plano nacional de acção que tinha como principal objectivo, mobilizar a sociedade para “quebrar o gelo” contra todas as formas de abuso incluindo o tráfico de menores.
Com base nos resultados encorajadores que foram atingidos, foi traçado um programa com objectivo de promover a prevenção e combate ao abuso de menores a longo prazo, num esforço que levou à fundação em 2005 da Rede CAME (Rede Contra Abuso de Menores). A Rede CAME foi reconhecida como pessoa jurídica através do despacho do Ministro da Justiça de 14 de Janeiro de 2005, tendo os seus Estatutos sido publicados no Boletim da República (BR) de 23 de Março de 2005, III SÉRIE – Número 12.

Na prossecução dos seus objectivos, entre 2005 e 2009 a Rede CAME incentivou, capacitou e consolidou o estabelecimento das Redes da Protecção da Criança em todas as províncias do país, num processo que culminou com a realização da Primeira Reunião Nacional das Redes Províncias de Protecção em Dezembro de 2009, que formalizou a adesão das 10 províncias e definiu mecanismos de relacionamento e implementação de actividades a curto, médio e longo prazo.
A REDE CAME tem como visão “uma sociedade na qual a criança participa no seu desenvolvimento livre de qualquer forma de abuso e onde prevalece uma cultura de respeito pelos seus direitos”. Sua missão é de “… mobilizar forças e criar sinergias na sociedade Moçambicana para combater todas as formas de abuso de menores, através de acções de advocacia, educação e sensibilização respeitando os direitos da criança e rejeitando qualquer forma de discriminação, particularmente em relação ao género e idade”.

Associação PROGRESSO

http://www.progresso.co.mz

A Associação Progresso, uma Organização não-governamental (ONG) moçambicana, virado essencialmente ao apoio às comunidades rurais, defende ser necessário estimular os professores, sobretudo do ensino primário, a terem gosto pela leitura para que estes possam incentivar os seus alunos nesse sentido.
A Progresso entende que “um Moçambique educado é um Moçambique que lê”, e é no ensino primário onde se deve promover este ambiente de leitura e por isso tem estado a trabalhar, desde há cerca de 20 anos, na promoção de ambiente de leitura, através da formação de professores, de publicação de materiais de ensino de leitura e na promoção do ensino bilingue, tanto com crianças quanto com adultos. Por essa razão, desde 2003, a Progresso criou uma editora para responder a necessidade de editar os livros em línguas locais, por causa do ensino bilingue.
Para além da área de educação, a Progresso também intervêm na área de educação para a saúde, com vista a promoção de comportamentos saudáveis para a prevenção de doenças endémicas tais como a malária e doenças diarreicas.Com base nos resultados encorajadores que foram atingidos, foi traçado um programa com objectivo de promover a prevenção e combate ao abuso de menores a longo prazo, num esforço que levou à fundação em 2005 da Rede CAME (Rede Contra Abuso de Menores). A Rede CAME foi reconhecida como pessoa jurídica através do despacho do Ministro da Justiça de 14 de Janeiro de 2005, tendo os seus Estatutos sido publicados no Boletim da República (BR) de 23 de Março de 2005, III SÉRIE – Número 12.

Na prossecução dos seus objectivos, entre 2005 e 2009 a Rede CAME incentivou, capacitou e consolidou o estabelecimento das Redes da Protecção da Criança em todas as províncias do país, num processo que culminou com a realização da Primeira Reunião Nacional das Redes Províncias de Protecção em Dezembro de 2009, que formalizou a adesão das 10 províncias e definiu mecanismos de relacionamento e implementação de actividades a curto, médio e longo prazo.
A REDE CAME tem como visão “uma sociedade na qual a criança participa no seu desenvolvimento livre de qualquer forma de abuso e onde prevalece uma cultura de respeito pelos seus direitos”. Sua missão é de “… mobilizar forças e criar sinergias na sociedade Moçambicana para combater todas as formas de abuso de menores, através de acções de advocacia, educação e sensibilização respeitando os direitos da criança e rejeitando qualquer forma de discriminação, particularmente em relação ao género e idade”.

AMODEFA

Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA), criada em 1989, é uma associação que visa “contribuir para a estabilidade da família através de acções de informação, educação e comunicação, e outras de carácter económicas, tendentes a encorajar uma relação cada vez mais coesa entre os vários membros da família e destes para com a sociedade”.
Procura também cobrir as áreas da população onde os serviços de saúde tem dificuldades de cobertura eficaz, principalmente com vista a contribuir de forma significativa para satisfazer as necessidades de Serviços de Saúde Sexual e Reprodutiva dos adolescentes e jovens vulneráveis no país.
A sua visão é “Por uma Sociedade moçambicana onde todas as pessoas tenham acesso a serviços de saúde e gozem dos seus direitos sexuais e reprodutivos e vivam livres do HIV/SIDA e de qualquer discriminação. A Missão é a de “Promover e defender os direitos sexuais e reprodutivos das pessoas, através de informação, educação e prestação de serviços de qualidade”.
A AMODEFA tem estado capacitar educadores de pares, associações de base comunitária e outros grupos de jovens que ajudam nas campanhas de promoção de saúde.Para além da área de educação, a Progresso também intervêm na área de educação para a saúde, com vista a promoção de comportamentos saudáveis para a prevenção de doenças endémicas tais como a malária e doenças diarreicas.Com base nos resultados encorajadores que foram atingidos, foi traçado um programa com objectivo de promover a prevenção e combate ao abuso de menores a longo prazo, num esforço que levou à fundação em 2005 da Rede CAME (Rede Contra Abuso de Menores). A Rede CAME foi reconhecida como pessoa jurídica através do despacho do Ministro da Justiça de 14 de Janeiro de 2005, tendo os seus Estatutos sido publicados no Boletim da República (BR) de 23 de Março de 2005, III SÉRIE – Número 12.

Na prossecução dos seus objectivos, entre 2005 e 2009 a Rede CAME incentivou, capacitou e consolidou o estabelecimento das Redes da Protecção da Criança em todas as províncias do país, num processo que culminou com a realização da Primeira Reunião Nacional das Redes Províncias de Protecção em Dezembro de 2009, que formalizou a adesão das 10 províncias e definiu mecanismos de relacionamento e implementação de actividades a curto, médio e longo prazo.
A REDE CAME tem como visão “uma sociedade na qual a criança participa no seu desenvolvimento livre de qualquer forma de abuso e onde prevalece uma cultura de respeito pelos seus direitos”. Sua missão é de “… mobilizar forças e criar sinergias na sociedade Moçambicana para combater todas as formas de abuso de menores, através de acções de advocacia, educação e sensibilização respeitando os direitos da criança e rejeitando qualquer forma de discriminação, particularmente em relação ao género e idade”.

O Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM), é uma organização constituída em rede que surge em 2004 com o objectivo de melhorar a coordenação e o trabalho realizado pelas rádios comunitárias, as quais são membros.
Neste momento totalizam 46 membros porém trabalham com cerca de 50 rádios comunitárias, estabelecidas em todas as províncias do país, e abrangido as populações das zonas com menos acesso à meios de comunicação e informação.
O FORCOM tem como visão “Rádios comunitárias unidas, fortalecidas e sustentáveis que expandem o direito à informação através de um processo baseado na participação da comunidade com vista ao seu desenvolvimento”. A sua missão é a de “representar e defender os interesses das rádios comunitárias na base de uma coordenação efectiva de necessidades e intervenções de todos os membros filiados no fórum, sem discriminação geográfica, ética, religiosa, política, cultural e de género.
Os temas de fortalecimento às rádios vão desde matérias que possam assegurar uma boa governação e gestão transparente que promove boas práticas até à questões técnicas de funcionamento da rádio e conteúdos a serem difundidos.

N´weti

Comunicação para Saúde

www.nweti.org

N’weti é um organização Moçambicana sem fins lucrativos, de comunicação para a mudança social e de comportamento. Tem como principal objectivo contribuir para a melhoria da saúde dos cidadãos e comunidades Moçambicanas.
A N’weti é pioneira em comunicação para saúde e utiliza consistentemente abordagens baseadas em pesquisa e consulta para desenhar e implementar programas e actividades. A N’weti fornece comunicação para saúde de classe mundial através de meios de comunicação integrados, mobilização social e intervenções de advocacia utilizando abordagens baseadas em direitos e prestando particular atenção à igualdade de género e direitos humanos. A N’weti trabalha com e através de um grande número de organizações, apoiando as suas intervenções ao mesmo tempo que reforça o seu alcance às comunidades mais remotas. Colabora igualmente com outras organizações da sociedade civil em actividades de advocacia. Estas redes de contactos contribuíram para o processo de aprendizagem e resultados melhorados atingidos até ao momento pela N’weti.

A missão da Nweti é de Contribuir para melhorar o estado da saúde dos Moçambicanos através de intervenções de comunicação que promovam a mudança social e de comportamento a nível individual e comunitário, que leva a estilos de vida e comportamentos mais saudáveis. A visão da N’weti é a de comunidades com mais poder e capacidade em Moçambique, onde indivíduos e grupos fazem escolhas informadas, saudáveis, e positivas do modo de vida.

O objectivo do Plano Estratégico da N’weti para o período 2011-2015 é o de melhorar as estratégias e operações da intervenção da N’weti na promoção de uma melhor saúde e bem-estar dos Moçambicanos de forma a aumentar a sua relevância, eficiência, sustentabilidade e impacto.

O Plano prevê que a N’weti fortaleça os seus programas actuais, realçando as sinergias entre eles e iniciando outras intervenções. A N’weti vai continuar a priorizar o HIV e SIDA ao mesmo tempo que adiciona novos aspectos tais como a co-infecção de tuberculose e sero-discordância de HIV.

Irá, igualmente, fortalecer o programa de violência baseada no género reforçando a comunicação, implementação e monitoria da recentemente aprovada legislação sobre violência doméstica. Está ainda previsto fortalecer a intervenção da N’weti na área de saúde materno-infantil.
A UNAC, de entre várias acções que leva a cabo em prol dos camponeses e suas organizações, faz o fortalecimento das organizações de camponeses, assegura a participação destas na definição e monitoria de políticas públicas e estratégias de desenvolvimento (tendo em conta as questões de género, mudanças climáticas, HIV/SIDA e juventude) que tem em vista assegurar a soberania alimentar, promove acções para que estas aumentem a produção e produtividade e o acesso ao mercado.

Zizile

Instituto Para o Desenvolvimento da Primeira Infância
Zizile – Instituto para o Desenvolvimento da Criança é uma organização não-governamental, sem fina lucrativos, fundada em 2010 com a missão de agir no fortalecimento da capacidade dos actores sociais e estimular o seu envolvimento na procura de respostas endógenas, socioculturalmente ajustadas para um desenvolvimento integral e harmonioso que proporcione qualidade de vida à criança moçambicana, de modo que ela seja um Homem são, um Cidadão capaz de Saber Ser, Saber Estar, Saber Conhecer e Saber Fazer.
Na sua visão vê a Criança Moçambicana, como um actor social, com identidade pessoal e social harmoniosamente desenvolvida, feliz, edificando-se como cidadão autónomo e livre, responsável e solidário.
Zizile tem as suas intervenções nas seguintes áreas advocacia social, pesquisa acção, desenvolvimento pedagógico, fortalecimento institucional de escolinhas comunitárias, intervenção familiar e nutrição. Para todas estas áreas, Zizile capacita grupos de educadores das escolinhas, associações que são responsáveis pelas escolinhas em áreas afins para que possam intervir melhor na área de desenvolvimento da criança na primeira infância.

UNIDOS

RNCD (Rede Nacional Contra Droga)

https://redeunidos.wordpress.com

A Associação Rede Nacional Contra Droga/SIDA, designada por UNIDOS, é uma pessoa colectiva de direito privado, sem fins lucrativos, de carácter humanitário dotada de personalidade jurídica e autonomia administrativa, financeira e patrimonial e regendo-se pelos presentes Estatutos e demais legislações aplicável no país.
A UNIDOS (Rede Nacional Contra Droga/SIDA) trabalha na redução da procura de Droga, Educação e Redução da pobreza e combate o HIV/SIDA.
O objectivo principal da UNIDOS – Rede Nacional Contra Droga/SIDA é de albergar e fortalecer as capacidades das OCB’s, ONG’s nacionais, Associações juvenis, Associação de mulheres e outras forças da sociedade civil que se prontificam a trabalhar na redução de procura de Droga, combate ao HIV/SIDA, Educação, Justiça social, Reintegração sócio profissional de Jovens na sociedade e Redução da pobreza nas comunidades mais vulneráveis.

A Rede Nacional Contra Droga/SIDA advoga numa perspectiva da igualdade de direitos humanos entre homens e mulheres, rapazes e raparigas, por uma sociedade sã, consciente, livre do consumo abusivo de drogas psicotrópicas e dos comportamentos de risco conducentes à vulnerabilidade pela infecção do HIV/SIDA.

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA

www.up.ac.mz

A universidade Pedagógica é uma instituição académica governamental que forma principalmente professores para diferentes ramos de educação, e para diferentes níveis de formação de professores, e forma também para outras áreas de exercício profissional. Esta universidade é a segunda maior universidade pública no país.
Nas suas actividades, a Universidade Pedagógica é pioneira no recurso do ensino a distância para a formação de professores, nos diferentes níveis de formação, usando até agora o uso de materiais impressos para a administração dos módulos.
Actualmente, está em criação uma unidade de produção de vídeos que é entendida como oportunidade para este projecto, pois a unidade ainda está em criação, o interesse e a demanda são altíssimos em relação à mais valia que podem obter a partir deste projecto.